“Se eu to doente, você é a minha cura.”
“Cada um sabe a falta que o outro faz.”
“Até quando vou sentir falta? Já me fiz essa pergunta várias, e várias vezes, e ainda não encontrei resposta alguma. Vou pedir a Deus pra me curar disso, dessa falta, desse vontade, porque isso dói sabia?”
“Silêncio.
Café quente.
Tempo frio.
Chuva.
Saudade.”
“Não faz isso comigo, não me faz de resto.”
“Berra, grita, escreve, manda uma carta, um sms, um pombo correio, liga, compõe uma música, chama no msn, curte uma foto no facebook, manda uma ask, taca um tijolo na porta da minha casa, me manda uma flor, toca um Marley na viola, põe nossa música pra tocar, faz sinal de fumaça, esperneia, comenta de mim pra alguém, taca uma indireta direta, taca fogo no meu carro, me faz ciúmes, faz birra, charminho, some, volta, me atiça […] Sei lá, só não fica em silêncio. Pois apesar de eu preferir todo o silêncio do mundo, o seu me mata. ”
“Dois babacas, distantes. Com vontades, talvez, absurdas.”
“E eu, no fundo, te perdoava, te entendia, te amava cada vez mais.”